sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Cliente da MRV aponta defeitos nos reparos feitos em apartamento

FONTE: O Liberal Regional (30/12/11)
Da redação - Estér Leão - Araçatuba
Gesso se soltando (antes da "reforma'). Após "reforma", passaram algum tipo de massa e esqueceram de pintar o teto do banheiro. As manchas da infiltração ainda permanecem. As marcas de caneta vermelha que eu fiz, continuam em alguns lugares mesmo após "pintarem" o apartamento.

No início de dezembro, alguns clientes da construtora MRV Engenharia, em Araçatuba, residentes de um condomínio, na Vila Mendonça, enfrentaram um verdadeiro pesadelo. Na noite do dia 7, a chuva que caiu sobre o município invadiu apartamentos do bloco 6. Mas, 22 dias depois do ocorrido, a situação continua causando transtorno e aborrecimento.

Segundo o jornalista Réggis Antônio, foi preciso retirar toda a mobília do seu apartamento, sendo colocada, provisoriamente, em um outro imóvel, no mesmo andar. Em seguida, Réggis ficou hospedado em um hotel da cidade para que as obras de recuperação fossem iniciadas. Ele permaneceu fora de casa por seis dias, retornando somento no dia 26. Porém, ao entrar na residência, o condômino teve mais uma surpresa. “As bolhas provocadas pela infiltração nas paredes foram apenas cobertas com uma demão de tinta. As rachaduras no gesso do banheiro foram 'escondidas' por uma pintura mal feita. O gesso já estava despregando do teto; o apartamento inteiro foi pintado sem lixar”, afirma.

Conforme o morador, o engenheiro civil Gustavo Ferrari, responsável pela obra, se reuniu com os condôminos, que foram afetados pela infiltração nos apartamentos, no dia seguinte ao episódio. Já no dia 12, marcaram outra reunião. "Na ocasião veio um senhor de nome Dalmer, de Ribeirão Preto. Ele nos informou que, estava ali para ouvir a nossa reclamação e que estava ciente dos danos causados nos armários e guarda-roupas. Ele ainda afirmou que a empresa tinha os profissionais para efetuar os reparos, mas deixou a nosso critério escolher o profissional de nossa confiança. Contudo, continuamos no apartamento do dia 6 até ao dia 21, convivendo com manchas e fedor de mofo”. O jornalista alega que, em decorrência do problema que tem enfrentado, sua saúde foi abalada. “Estou à base de calmantes, três vezes ao dia. Nosso apartamento é novo, mobília nova, tudo montado com muito custo. Essa situação me desgastou demais. Ver a minha casa destruída revolta”, desabafa.

RESPOSTA
A reportagem entrou em contato com o diretor de Relações Institucionais - MRV Engenharia, Sérgio Lavarini. Em nota, o diretor esclarece que, “o problema de infiltração foi causado por um entupimento da calha, que dá vazão às águas pluviais, oriundo de um papel que obstruiu a mesma e isto gerou o alagamento de 2 apartamentos. Não temos como afirmar de quem é a responsabilidade por este papel ter entupido a calha (o empreendimento foi entregue com uma vistoria completa sendo feita pelos moradores e síndico ) e isto, no nosso entender, é o de menos porque queremos é resolver o problema. A MRV é uma empresa séria e muito preocupada em oferecer aos seus clientes o melhor atendimento possível e esta foi a nossa postura neste caso. Estamos trabalhando diuturnamente para mostrar aos nossos clientes e ao mercado em geral que nossos produtos têm qualidade e custo / benefício muito significativo, o que é comprovado pelos milhares de imóveis que vendemos anualmente”.

Sobre a alegação do morador, que aponta estar emocionalmente abalado, a nota informa que, “ele [morador] passou o Natal no hotel por opção própria porque aguardamos durante a semana passada o dia que ele queria sair para permitir a nossa entrada, a fim de fazer a manutenção necessária. E ele optou por fazer isto no sábado, dia 24. Assim sendo, não posso concordar que ele esteja emocionalmente abalado por conta da MRV. Também negociamos com ele, bem como com o outro morador, que pagaríamos as despesas de diária e café da manhã e em momento algum ficou acertado que outras despesas seriam arcadas pela MRV. No processo de reparo que iniciamos, fizemos o procedimento padrão secando a parede, passando um selador, massa corrida, lixamos e pintamos posteriormente, o apartamento todo e corrigimos todos eventuais pequenos defeitos como fissuras que existissem. Se, infelizmente, o morador não se encontra satisfeito e houve ainda alguma umidade residual, iremos novamente refazer o serviço até que tudo esteja em perfeita condição”.

Lavarini ressalta ainda que, “queremos acertar todas às vezes, mas temos a humildade de reconhecer que não somos perfeitos e, se errarmos e prejudicarmos algum cliente, prontamente, corrigiremos o erro”.

MINHA RESPOSTA
Sobre a frase do Sr.Sérgio Lavarini, “ele [morador] passou o Natal no hotel por opção própria porque aguardamos durante a semana passada o dia que ele queria sair para permitir a nossa entrada, a fim de fazer a manutenção necessária. E ele optou por fazer isto no sábado, dia 24. Assim sendo, não posso concordar que ele esteja emocionalmente abalado por conta da MRV. Também negociamos com ele, bem como com o outro morador, que pagaríamos as despesas de diária e café da manhã e em momento algum ficou acertado que outras despesas seriam arcadas pela MRV..."

O Sr. Alexandre (acredito ser estagiário de engenharia), entrou em contato comigo no dia 19/12/12) me informando se seria possível irmos para o hotel no dia seguinte, ou seja, na terça-feira (20), respondi ser impossível já que seria feita uma mudança, e teríamos de ir em busca de caixas, embalar os objetos e etc. Disse que faria isso na terça e que então na quarta-fiera (21/12) poderíamos ir para o hotel.
Assim foi feito. Faltei ao meu serviço no periodo da tarde da segunda-feira para sair em busca de caixas e etc. Passamos a terça-feira (20/12) preparando a mudança. feito isso, na quarta-feira pela manhã, com tudo encaixotado, nossas mobílias foram levadas para um apartamento vazio, que ainda não foi entregue, deixando o meu apartamento livre para que a "equipe MRV" pudesse realizar o trabalho que deveria ser feito. Segundo o Sr. Alexandre, fui informado que tanto ele quanto o Sr. Rafael (acredito ser também estudante de engenharia) iriam acompanhar pessoalmente o reparo em meu apartamento. Feito isso, fomos para o hotel. Ninguém nos informou absolutamente nada sobre como ficariam as depesas, almoço e jantar. Detalhe: quando o Sr. Dalmer, da MRV de Riberião Preto esteve em reunião conosco (moradores dos apartamentos atingidos, em (12/12/11), disse à ele dentro do meu apartamento que a contratação da mudança e as despesas do hotel ficariam sob a responsabilidade deles.
Fomos para o hotel sem que ninguém da MRV nos falassem absolutamente nada sobre esse assunto.
Conforme o Sr. Alxandre, regressáriamos ao nosso apartamento com tudo reparado, portas,janelas,pinturas e etc na sexta-feira (23/12). Sobre o guarda-roupa e armários, questionei o Sr. Alexandre que me respondeu o seguinte "Réggis, então, essa parte ficará para uma próxima etapa e que será realizada por profissinais contratados por nós". Mudando assim, o que havia sido combinado pelo Sr. Dalmer, que também na mesma reunião do dia 12/12 disse-nos que eles tinham os profissionais deles mas que sabia que nós (moradores) tínhamos nossos profissionais e que deveríamos repassar os contatos à eles. Assim o fiz. 
Sobre a afirmação do Sr. Sérgio, de eu ter passado o natal no hotel por minha vontade. “ele [morador] passou o Natal no hotel por opção própria porque aguardamos durante a semana passada o dia que ele queria sair para permitir a nossa entrada, a fim de fazer a manutenção necessária. E ele optou por fazer isto no sábado, dia 24"... Discordo, uma vez que o Sr. Alexandre me informou na sexta-feira (23/12) que não seria possível regressarmos ao apartamento na data prevista (sexta-feira 23/12) pois não havia profissionais disponíveis para realização do serviço, já que "no condomínio, só estão mexendo no seu apartamento", palavras dele. Que também na ocasião me pediu para que levasse as chaves do outro apartamento onde se encontravam a mobília, pois o eletricista iria instalar de volta os espelhos das tomadas e etc.
Assim fizemos, Nil e eu, e chegando lá, na manhã da mesma sexta, para deixar as chaves, no nosso apartamento, só estava o pintor e o eletricista. Os Srs. Alexandre e Rafael, que me disseram que iriam acompanhar os reparos pessoalmente, não estavam, no apartamento.
Portanto, discordo veementemente da afirmção deste Sr. afirmando que eu passei por vontade própria o natal no hotel. Nunca, em momento algum ficou acertado meu retorno no sábado, em plena véspera de natal.
Sobre como ficou a "reforma" do apartamento, já disse aqui no blog, mais abaixo.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

MRV...O DESRESPEITO CONTINUOU!

Essa construtora MRV,simplesmente desrespeita quem acredita nela! Com a chuva que já expliquei aqui, nosso apartamento, não sobrou um teto e uma parede sem infiltração. Nos colocaram em um hotel na quarta-feira (21/12) e regressamos nesta segunda-feira (26/12). Nos fizeram passar o natal dentro de um quarto de hotel para ontem quando regressamos, "esqueceram" de pintar o teto do banheiro (as manchas de infiltração estão lá do mesmo jeito), a sacada, pintura foi feito um serviço de péssima qualidade, com tons diferentes, dando pra ver quem passar na rua exatamente onde foi quebrado. Tem coisa pior ainda,,,antes de me mudar de lá,,,sim nos mudamos - colocaram todas as nossas mobilias em um apartamento no mesmo piso - eu risquei com aquela caneta que escreve em cd/dvd vermelha os locais dos trincos...PASMEM...no banheiro, nos quartos e na sala ainda estão lá um pouco do risco da tinta da caneta. No banheiro pior....o risco está todo lá...a impressão que se dá é de que o gesso do banheiro que estava descolando....passaram massa corrida e não retiraram o gesso que estava se soltando....passaram massa corrida e....ESQUECERAM DE PINTAR o banheiro, e ficou nítida a intenção ...ou seja..."vamos passar uma massa corrida, não vamos concertar o gesso, vamos pintar e fica tudo bem".....porém...ESQUECERAM de pintar o banheiro, dando para ver a intenção do trabalho que foi mau realizado. TEM MAIS, na cozinha, algumas bolhas que a chuva fez na parede....tiveram a capacidade de pintar e não tirar as bolhas que a infiltração deixou. TEM MAIS, na sala....o caminho que a fez, escorrendo pela parede...pintaram tão bem...que dá pra ver nitidamente o caminho que a água fez quando escorreu do teto. TEM MAIS...não trocaram os ventiladores, disseram que como na loja que eu comprei eles não têm cadastro, demoraria uns 15 dias para realizarem o cadastro deles MAS DETALHE...a chuva foi dia 6/12 no dia seguinte eles foram lá e sobre o ventilador falaram a mesma coisa, ou seja, se tivessem a intenção de trocar, já o teria feito. TEM MAIS...as janelas dos quartos e a porta da sacada que estão tortas e não fecham direito...me disseram assim "Réggis, não trocamos as janelas porque não temos janelas, mas se você quiser, quando chegar nós trocamos pra você". Respondi que "Sim, vou querer". Sabe o que ouvi de resposta? "Mas você vai querer que troca mesmo com você aqui dentro?"... Gente espera um pouco, senti umc erto "jogo de canseira no cara"? É isso?! TEM MAIS...um piso do quarto eles tiveram a capacidade de etrocarem e estava quebrado a ponta...enquanto eu realizava a mudança de volta um pedreiro foi correndo lá trocar. MRV, isso é compromisso com quem confiou a casa própria em você?

domingo, 11 de dezembro de 2011

Matéria na TV TEM

Enquanto eu não consigo postar direto aqui no blog. Disponibilizo o link com a matéria que a TV TEM fez aqui no meu condomínio que a MRV construiu. Na matéria outros apartamentos e o meu.
Agradeço à imprensa: Rádio Clube FM de Araçatuba 96,3, TV TEM e Jornal O Liberal Regional, que me ajudaram cumprindo a função jornalistica, e já me avisaram que continuarão acompanhando.
Vejam a matéria da TV TEM

Cansei dessa construtora!

Me cansei.
Vejam a matéria no jornal O Liberal Regional do dia 8/12/2011, da jornalista Estér Leão.
Nenhum teto e nenhuma parede escapou das infiltrações.


Condôminos da MRV prejudicados com infiltração e danos podem chegar a R$ 20 mil
Chuva que atingiu o município de Araçatuba na noite de ontem chegou a 77 mm
Os clientes da construtora MRV Engenharia, em Araçatuba, especificamente os que residem do condomínio Spazio Albany, estão vivendo um verdadeiro pesadelo, desde a noite desta terça-feira (7/12/2011). A chuva que caiu sobre o município na noite de anteontem fez com que pelo menos seis apartamentos, sendo cinco do bloco 6 e um do bloco 5 ficassem alagados. O desespero dos moradores começou por volta das 22h30. O primeiro apartamento a ser atingido pela infiltração da água foi o doa jornalista Réggis Antônio Barbosa da Silva, 38 anos, que mora no 4º andar do bloco 6. “Segundo ele, a água desceu do teto, escorrendo até o piso da sala, cozinha e quarto. Rapidamente, a água passou a descer dos ventiladores de teto e gesso do banheiro”, conta.

O jornalista comenta que, mesmo desligando os aparelhos, não conseguiu salvar os dois ventiladores, instalados há menos de 20 dias, no quarto e sala. Cada aparelho custou cerca de R$ 200. De acordo com um levantamento prévio, o jornalista estima que, os danos provocados pela infiltração devem ultrapassar os R$ 7 mil. “O engenheiro civil Gustavo Ferrari, esteve no meu apartamento e disse que seremos ressarcidos dos danos materiais”, informou o jornalista, acrescentando que a cada dois meses um novo problema surge. Na parede do seu banheiro um trinco que sai do teto e vai até o box já foi consertado cinco vezes.

A administradora Daniela Ferreira Miquinioty, 32 anos, enfrentou a mesma situação. Ela, que mora no 3º andar do mesmo bloco, precisou retirar o televisor, instalado junto às réguas de madeira na parede da sala, para que a água não atingisse o aparelho. O tapete argentino da sala ficou submerso na água. Daniela comenta que a água escorreu pelos armários da cozinha, coifa, e piso. “Avaliando, previamente, acredito que tive um prejuízo de pelo menos R$ 6,5”. Para Daniela os estragos no apartamento são pequenos diante do transtorno de passar a madrugada em claro tentando proteger os objetos da casa. “Tive que faltar ao trabalho, hoje. Não dormi. Estou sem condições de fazer qualquer atividade”, ressalta.

O casal Michele e Gaspar mudou para o apartamento, no bloco 5 do residencial, no último sábado, dia 3 de dezembro e passou pela mesma situação. Segundo a farmacêutica Michele Mota, 28 anos, só o guarda-roupa, avaliado em R$ 4mil, deverá ser todo retirado, pois a água fez com que o madeiramento estufasse. Já o móvel do banheiro, que custou cerca de R$ 1 mil, foi completamente perdido.

A assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal (CEF), que financiou grande parte dos apartamentos, informou por meio de nota que, “até o momento a Caixa não tem registro de reclamação a respeito do ocorrido. Mas, em caso de reclamação na agência, serão tomadas as providências cabíveis”, diz a nota enviada pela Regional de Presidente Prudente (SP). O gerente geral da Caixa em Araçatuba, Eraldo Nobre Cruz disse que a instituição não tinha sido notificada e que qualquer ação vai depender das avaliações técnicas.

Já a assessoria de imprensa da MRV Engenharia informa, por meio de nota, que "devido à forte chuva ocorrida ontem, em Araçatuba, alguns apartamentos do Spazio Albany tiveram problemas de infiltrações de água devido ao entupimento da calha da cobertura. A equipe da assistência técnica esteve desde o início da manhã fazendo os devidos reparos para solucionar o problema. A MRV está apurando as causas do entupimento e arcará com os reparos que forem comprovados de sua responsabilidade".



As fotos podem ser vistas aqui ao lado (direito) no slide.